segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

UM PEQUENO CONTO


O MENINO E O MACACO

Era uma vez, e não muito tempo, num vilarejo muito distante via um menino seu nome era Guilherme, ele adorava brincar com seus amigos na praça.

A praça era o local mais bonito daquele vilarejo, era o orgulho da cidade, era uma simplesinha com uns bancos de madeira, uns canteiros de flores, umas árvores aqui, outras ali.

Muitos passarinhos cantavam por ali alegrando toda a cidade.

Um dia sem ninguém esperar um macaco apareceu naquela cidade, ninguém sabia de onde ele veio, Guilherme achou o bichinho bem engraçadinho.

Mas, a cidade não gostava nem um pouco daquele animalzinho, pois ele aprontava muito com todo mundo.

O Prefeito da Cidade tinha que dar um jeito naquela situação sem ferir os sentimentos do menino que gostava muito do macaco.

O Prefeito resolveu recorrer ao Pai de Guilherme que era biólogo para ver o que poderia ser feito o pai então disse:

- Não creio que seja tão difícil falar para o meu filho que o macaco deve ser devolvido a natureza, mas, acho que antes de eu falar sobre isso com ele, precisamos arranjar um lugar para que o macaco fique em liberdade e o meu filho possa vê-lo.
- Essa é uma dificuldade que eu vou ter, porque nas árvores da praça as pessoas não querem que ele fique.
- Eu sei o porque ele fica na praça, as árvores em que a espécie deste macaco moram estão nesse vilarejo. O que o faz atormentar a cidade é que ele não tem o que comer, não existe nenhuma árvore que dê frutas nesse vilarejo.
- Mas, mesmo que plantemos as árvores de frutos que ele tanto gosta, os frutos vão demorar a nascer, o que fazer até lá?
- Temos um caminhão que sai com encomendas da cidade e volta com uma carga, não é verdade?
- Sim. Mas, no que isso pode ser útil?
- Enquanto as tais árvores não crescem podemos pedir para que ele nos traga a fruta. Assim o macaco não mais incomodará ninguém e o meu filho vai ficar feliz, pois, poderá ver o macaco sempre que quiser.
- Quanto as frutas eu aceito a sua sugestão. Mas, e as mudas das árvores?
- Tenho algumas aqui. Acredito que seja o suficiente.

A cidade ouviu atentamente o prefeito que contou tudo que o biólogo da cidade, pai de Guilherme, falou sobre o macaco e pediu que todos colaborassem e entendessem.

A cidade aceitou a tudo que o prefeito falou.

Mas, quem realmente ficou feliz foi Guilherme que podia sempre que quisesse visitar seu amigo o macaco, o qual ele apelidou de "Caco". 

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