domingo, 27 de abril de 2014

DE ONDE VIERAM OS PRÍNCIPES ENCANTADOS?


A ORIGEM DOS PRÍNCIPES ENCANTADOS
DENNYS MICHEL

             Era uma vez num reino muito distante cheio de castelos suntuosos onde viciam reis e rainhas. 
                    Neste reino cada rei e rainha geravam apenas meninos, os reis nunca compreendiam porque naquele lugar eles só tinha meninos.


                       Uma bela fada chega a este longínquo reino para dizer o destino daqueles nobre meninos.
                             A fada então começa a dizer a todos os reis e rainhas daquele reino: 
                          
                           - Vocês não devem se preocupar e nem ficar chateados por gerarem apenas varões, eles terão um destino muito especial. 

                           - Qual destino esse? - Pergunta um dos reis.
                           
                         - Infelizmente não vou poder dizer. Deixe o tempo passar, os seus devem se aventurar para que assim o destino seja cumprido.

                        O tempo passou os jovens príncipes saíram em busca de aventuras. E ao deixarem sua terra natal eles simplesmente esqueceram de onde eram e cada um foi para um lado vivendo uma aventura diferente.

                      Eric foi navegar e por uma bela sereia foi se apaixonar casou - se com ela e a levou para o seu reino.

                        Richard foi se apaixonar por uma moça cujos cabelos eram longos ela se chamava Rapunzel.

                            William de todos os príncipes era o mais avarento e vaidoso fora castigado por uma bruxa e por uma bela moça ele se apaixonou e o feitiço assim quebrou e para o seu reino ele a levou. De príncipe para fera, de fera para príncipe.

                            Robert este teve um belo destino foi casar-se com uma princesa que era empregada e depois tornou-se uma linda princesa.

                            John era um príncipe muito bom em sua aventura uma princesa que estava dormindo ele beijou, casou com ela e ao seu reino ele a levou.

                                      Jack irmão gêmeo de John teve uma história semelhante porém sua moça era branca como a neve. Com ela se casou, levou-a para seu reino, junto a ela seus sete anões, amigos e companheiros de longa data.

                                     Este ciclo se repete todas as vezes em que alguém lê a sua história.

                                     E esta é a história da origem dos príncipes encantados.

                                     Quase que eu me esqueço do detalhe principal. 

                                      Como todas as histórias sobres e princesas e príncipes terminam com o tradicional final, eu não poderia ser diferente.  Não é mesmo?

                                               Então: E eles viveram felizes para sempre.

quinta-feira, 27 de março de 2014

1º Conto já baseado em música

MUSICA QUE INSPIROU O TEXTO QUE EU AQUI ESCREVEREI
DUST IN THE WIND

I close my eye
Only for a moment
And the moment's gone
All my dreams
Pass before my eyes, in curiosity

Dust in the wind
All we are is dust in the wind

Same old song
Just a drop of water in an endless sea
All we do
Crumbles to the ground though we refuse to see
Dust in the wind
All we are is dust in the wind

Now, don't hang on
Nothing lasts forever, but the earth and sky
It slips away
And all your money won't another minute buy

Dust in the wind
All we are is dust in the wind
Dust in the wind
Everything is dust in the wind

ESTA MÚSICA FEZ EU TER A SEGUINTE IDEIA, SEGUE TÍTULO E TEXTO ABAIXO.

TEMPESTADE DE AREIA
DENNYS MICHEL

                          O que aqui vou lhes contar pode até parecer loucura, mas é a mais pura verdade. 

                            Olá me chamo Eugênio, mas as pessoas me conhecem mais pelo meu apelido "Geninho", eu sempre fui fã da "She-Ra", por isso nem ligava e hoje eu acho até engraçado.

                           O meu apelido pode até ser engraçado, mas a história não é.

                           Sou um pai de família devotadamente, não deixo de fazer nada pela minha família.
                           
Tenho um cunhado que sempre foi o brincalhão da turma, não que ele não seja hoje, mas hoje ele sabe quando tem coisa séria, precisou acontecer um acidente para que ele percebesse isso.
                         
Eu resolvi num fim de semana levar meu filho à praia e como filho é apegado ao meu cunhado ele foi junto.

                            Meu filho queria entrar no mar, o mar "tava" calmo pus o colete salva-vidas nos dois, e deixei-os ir. 
                         De repente do nada o tempo começa mudar, meu cunhado repara e tenta levar ele e o sobrinho para terra firme o mais próximo possível do pai do garoto. O vento começa a ficar forte forma na minha frente uma enorme nuvem de areia, eu já tinha visto isso em filme de deserto, mas a areia de uma praia era novidade pra mim.

                           Ouvia melhor filho: "Pai! Pai! Onde está você?" e eu dizia "Estou aqui meu filho! Estou aqui!", mas era em vão sabia que ele não me ouvia, assim como ele também não me ouvia, meu consolo era imaginar que meu cunhado estaria com ele.

                              Minha agonia só aumentava, assim como a tempestade que não passava, fiquei tão agoniado que gritei: "Por que eu?! Por que eu?!".

                                 Mas, no fundo eu sabia a resposta, é eu sabia, eu sabia que o problema era eu, só não sabia qual era o meu problema.

                                    Fiquei horas pensando, e a tempestade só aumentando, eu imaginando a agonia de meu filho e de meu cunhado.

                                      Foi quando eu senti um rápido pensamento vir para mim: "Sou uma besta! Eu estava com a resposta o tempo todo! Eu sei o meu problema! O meu problema é que eu nunca confio no meu cunhado. Eu nunca dei uma chance para ele cuidar do meu filho. Só hoje foi que eu dei".

                                              Com a minha cabeça mais tranquila pude ver a poeira se esvaindo aos pouco se diluindo e a tempestade se extinguindo. Finalmente pude ver meu filho e meu cunhado, que estava o tempo com o meu abraçado o protegendo daquela enorme tempestade.

                                           Eu dei um gigantesco abraço no meu cunhado (que ficou sem entender nada), ele estranhou mais gostou. 
                                               Hoje eu estou mudado, eu confio mais em meu cunhado, mas a tempestade também o mudou, ele que era muito fechado com todo mundo agora começa a se sentir mais a vontade quando quer falar com alguém.

                                                    Mas, quem mais sofreu mudanças foi meu filho, ele era muito afastado da família, era tímido, pouco falava com alguém da família, agora ele fala mais e fica mais a vontade de pedir coisas e conversar sobre coisas que nem para tio dele ele contava, mesmo o tio dele sendo o seu melhor amigo. 

                                                       Aliás, a amizade entre eles permanece até hoje.

                                                     Meu filho está na faculdade de ciências meterológicas, meu cunhado também resolveu fazer faculdade, mas o curso dele foi mais levinho, ele quis fazer letras, quer escrever histórias como essa.

                                                                 Mas, uma coisa ele me disse: "NUNCA MAIS EU QUERO VER ESSA TEMPESTADE DE AREIA!" 

E foi isso que aconteceu. 

                                                                                                                                                                      Geninho.



sábado, 8 de março de 2014

DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES


MULHER, O QUE SERIA DO HOMEM SEM ELA?

DENNYS MICHEL

Não creio que o mundo seja o que é
Mas, também não posso negar
Mas, também nada posso afirmar
Nem mesmo questionar.

Divino somos por termos em nossa vida
Divina é a beleza e a fragilidade demonstrada
Fragilidade que a torna forte
Sua beleza nos abençoa com a sorte.

Não existo sem você
E você não existe sem mim.
Você me gerou, me emocionou
Transformou tudo o que há em mim.

Não sei como, mas sinto que não sei como
O que sinto é mágico, é de certa forma infantil
Eu um homem tão viril
Não sou nada, nem bom nem vil.

Sou simplesmente um escravo
Um escravo da alegria de ter você
De abraçar você eu posso 
Minha vida, meu amor, minha família.

Você é dentre tudo o que foi criado
Por mim simplesmente adorada
Seja mãe, vó, tia, prima, amiga, namorada
Não posso como homem dizer o quão estou admirado.

Eu quero
E espero
De você a lembrança
Daquilo que em criança eu tive.

Por favor, leve esse poema
Esse meu pequeno pensamento
Esse momento
Dedico esse maravilhoso trabalho.

A você mulher, obrigado por em minha vida existir.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

2014: UM NOVO ANO, MAS AS PROMESSAS...


POESIA PARA 2014.
DENNYS MICHEL

Não quero aparecer
Mas sinto a necessidade de fazer
Eu até quero viver
Eu quero refazer.
Quero prometer
Mas o que prometer?

Vejo todos os anos eu prometer alguma coisa
Sinto todos os anos a vontade de prometer
E sempre prometo as mesmas coisas
Eu sinto o desejo de sonhar
Mas meus desejos são sempre os mesmos

Vão dizer que não sou original
Vão dizer que sou cafona
Mas o meu desejo
É o desejo universal.

Não há uma pessoa no mundo
Todas elas sempre fazem os mesmos pedidos
Porque no fundo
Bem lá no fundo
É isso que precisa o mundo.

Amor,
Saúde,
Prosperidade,
Amizade, 
Solidariedade.

O que me dá vontade de perguntar
Será que é só desejar
E tudo acontecer irá.

Não acho que seja assim
Mas, no fundo eu também faço as mesmas ações
Tenho as mesmas reações.

Faço todos anos independente de onde esteja
As mesmas promessas
E quem é que disse que eu tenho pressa
Nenhuma promessa é entregue de bandeja
Mas, bem que o bolo poderia uma bela cereja.

Vamos nos avaliar esse ano antes mesmo de prometer
Será que neste ano eu preciso me reter
A única coisa que me tira essa agonia
É saber que eu tenho amigos, família e a minha poesia.

Não espero que gostem
Até porque gosto não se discute
Apenas espero que se deleitem 
E dessas palavras deguste
Mas, podem responder o que quiser
Quem sou eu para mandar no seu coração.